Guia da manutenção preventiva: mais segurança e economia para sua frota

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Você sabia que, a cada ano, mais de 50 mil pessoas morrem em acidentes de trânsito, nas cidades ou em rodovias brasileiras? Os números são assustadores e representam o dobro de civis que morreram na Guerra no Iraque, só para você ter uma dimensão do risco que de não fazer a manutenção preventiva em sua frota de caminhões ou carretas.

O mais curioso é que, de acordo com pesquisas, 30% das mortes em rodovias poderiam ser evitadas caso os caminhões envolvidos nas tragédias tivessem recebido a manutenção adequada. Definitivamente, algumas economias não são inteligentes e custam muito mais caro do que parecem.

O mesmo estudo ainda informa que a realização da manutenção preventiva nos caminhões e veículos de passeio reduz as despesas em até 30%. Ou seja, o custo da manutenção é muito inferior ao que se gasta ao longo do ano com substituição de peças e ajustes não previstos, que aparecem, de um dia para o outro, em veículos e caminhões entregues ao sabor da sorte.

Um exemplo disso é que uma simples folga no terminal de direção já é suficiente para acelerar o desgaste dos pneus, provocando maior resistência do veículo no solo. Isso significa, em última análise, maior consumo de combustível. É essa a economia que você quer fazer? Então vale a pena começar a mudar sua ideia dos benefícios que manutenção preventiva pode trazer em sua profissão, seu bolso e, principalmente, na vida de seus profissionais.

Acompanhe o nosso guia da manutenção preventiva e saiba como garantir mais segurança e economia para a sua frota:

O que é manutenção preventiva?

A manutenção preventiva é o diagnóstico detalhado do estado de seu caminhão, seguido das providências na solução de falhas e imperfeições. É um trabalho extremamente técnico e científico, feito por especialistasem todas as áreas de seu veículo, de forma antecipada à ocorrência de problemas (utilizando, inclusive, o que há de mais moderno em tecnologia automotora).

Trata-se de uma intervenção prevista, preparada e realizada antes da ocorrência de uma falha e é, portanto, um conjunto de inspeções que se destinam justamente a evitar o aparecimento dessas falhas. A manutenção preventiva se difere da manutenção corretiva porque não é apenas a substituição de peças ou remendos de emergência feitos após a verificação de uma instabilidade no veículo (a manutenção corretiva, inclusive, tem custo mais alto e impõe riscos ao condutor).

Pense: você se submeteria a uma cirurgia com um profissional sem formação em medicina? Então por que leiloar a saúde do seu caminhão e a vida dos seus motoristas a qualquer oficina?

OK, você já compreendeu que essa inspeção periódica é coisa séria. Entretanto, não adianta entregar seu caminhão a quem aprendeu, no improviso, a lidar com a manutenção corretiva de carros e caminhões, de forma geral. A alta tecnologia envolvida no funcionamento dessas novas máquinas exige elevados conhecimentos em mecatrônica e engenharia mecânica e elétrica.

Ou seja, para que o seu caminhão seja avaliado com excelência, é preciso entregá-lo nas mãos de experts,que detenham profundos conhecimentos, inclusive, nas particularidades que envolvem o desenvolvimento dos seus veículos (especialistas nos carros de uma montadora específica).

Vale lembrar, também, que a manutenção de uma frota de caminhão ou carreta envolve muito mais do que verificar a profundidade dos sulcos dos pneus. Uma manutenção preventiva completa deve ser feita periodicamente em seus veículos, avaliando o aspecto de todas:

  • As porcas e parafusos;

  • A lubrificação;

  • O terminal de direção;

  • Os sistemas de transmissão;

  • As condições do sistema elétrico.

Enfim, trata-se de um check-up completo e minucioso, assegurando que seus profissionais estarão plenamente seguro em sua jornada diária pelas estradas do país — e que você não terá prejuízos judiciais futuros em caso de acidentes.

Quais os benefícios da manutenção preventiva para caminhões?

Os benefícios na realização de manutenção preventiva são tão óbvios quanto essenciais. Mas, parafraseando um ditado chinês, “é justamente nas pedras pequenas que ocorrem os maiores tropeços”.

De fato, alguns gestores de frota ainda cometem o erro de acreditarem que eliminar essa despesa é vantajoso à empresa. Isso explica porque a crise financeira afetou de forma tão intensa algumas transportadoras — muitas baixaram as portas neste ano em função do descompasso entre custo de operação e frete desatualizado. O fato é que a negligência na manutenção preventiva aumenta os custos totais, comprometendo, invariavelmente, a saúde da empresa no médio e longo prazo.

Já ouviu que algumas despesas são investimentos, ao passo que algumas economias são custos? Estamos tratando de um tema que exemplifica claramente essa frase. Entre os incontáveis benefícios de realizar a manutenção preventiva, devemos citar, de forma resumida:

Redução de custos gerais

Quem trabalha no setor de logística ou é responsável pela gestão de frotas deve ter ciência que um eventual acidente em que se atribua caráter culposo à empresa irá gerar prejuízos irreversíveis (nas esferas cível e criminal) não somente ao negócio, mas aos próprios responsáveis.

Mas nem precisamos ir tão longe. Imagine o prejuízo operacional de ocorrer danos às mercadorias transportadas, em virtude de acidente causado por um simples desgaste nas lonas dos freios. Ora, estamos falando na economia ocasionada pela negligência na manutenção de uma peça que custa menos de R$ 100,00, que agora resultará em prejuízos e indenizações milionárias. Será que vale mesmo a pena economizar na manutenção preventiva?

Quer mais um exemplo clássico? As rodovias brasileiras, em geral, recebem pouca manutenção e costumam ser abundantes em buracos, desnivelamentos, entre outras imperfeições que encarecem os custos de manutenção e colocam a vida dos motoristas em risco.

Uma pesquisa feita pela Confederação Nacional do Transporte revelou que 62% das estradas brasileiras têm algum problema. Não é preciso que esses problemas sejam graves para arruinar seu patrimônio. Os simples solavancos ocasionados pela rodagem constante em pisos irregulares (e a consequente vibração exagerada do motor) já é o bastante para levar à fadiga as peças de exaustão dos caminhões e carretas. Isso sem falar na possível aceleração do processo de corrosão, da parte externa do escapamento para a interna.

Redução de custos em relação à manutenção corretiva

Estudos comprovam que a manutenção preventiva custa, em média, 30% menos do que o valor total gasto nas sucessivas manutenções corretivas feitas em frotas entregas à sorte.

Melhora do desempenho

Manter os filtros de ar e de combustível limpos é garantia de dispor da potência ideal do motor em todo o percurso da viagem. Isso assegura que seu caminhão não terá problemas no meio do caminho (ou seja, atrasos e perda de clientes).

Outro exemplo é a necessidade de manter a bomba d’água funcionando sempre em perfeito estado. Os milhares de quilômetros percorridos tendem a aquecer em excesso o motor, o que aumenta a importância dessa peça na conservação do veículo.

Redução de acidentes

Se, conforme citado nas primeiras linhas deste post, 30% das mortes no trânsito ocorrem por falta de manutenção, é dispensável dizer o tamanho do prejuízo que os gestores de frotas evitariam ao submeter seus caminhões a uma rígida inspeção periódica.

Vale lembrar que a posição jurisprudencial dos tribunais é tão clara quanto rígida na fixação de sanções às empresas negligentes com relação a essa obrigação legal.

Neste escopo, vale a pena citar como exemplo o Recurso Cível 71005017025 RS. A lide diz respeito a uma demanda por danos morais e materiais decorrente de um acidente em rodovia, ocasionado por um caminhão que não recebia a manutenção preventiva devida:

“Ementa: recurso inominado. Ação de indenização por danos materiais e morais. Tampa de caçamba que se abre abalroando a autora na calçada e ocasionando lesões de natureza grave, consistente na quebra de vários dentes e hematomas. Desmaio e internação hospitalar. Dor. Dano moral configurado. Culpa da empresa pela falta de manutenção do veículo ou por ato de seu preposto. Dever de indenizar. Quantum fixado em R$ 15.000,00 e adequado ao caso. Danos materiais comprovados. Sentença confirmada. Recurso não provido.”

Nem precisa ser especializado no ramo para presumir que a manutenção preventiva desse caminhão certamente sairia por bem menos do que os R$ 15 mil — que deverão agora ser pagos a título de indenização. Correto?

Maior celeridade na realização das rotas

Paradas não programadas para manutenção corretiva significam atrasos e redução da produtividade. Essa ineficiência aumenta o custo unitário no transporte de cada item, dificultando a competitividade da empresa no médio e longo prazo.

Aumento na vida útil da frota

Mais um benefício que, de tão evidente, às vezes é esquecido pelos gestores de frotas. Como qualquer outro veículo, se seus caminhões estiverem protegidos por um plano de longo prazo em manutenção preditiva (preventiva), o prazo de troca de peças — e do próprio veículo — certamente será estendido. Isso significa economia de recursos e a consequente oportunidade de trabalhar com fretes mais competitivos.

Como fazer a manutenção preventiva da frota?

Um caminhão é um organismo complexo, com centenas de sistemas e interligações que não podem ser esquecidos no momento de avaliação das condições do veículo. Embora devemos salientar que a manutenção preventiva deve ser feita por especialistas, reservamos esse tópico para apontar alguns dos itens de verificação indispensável no momento de submeter sua frota à inspeção regular.

Mas antes de entrarmos no assunto, de fato, é preciso destacar a importância de seguir as orientações do fabricante para melhor desempenho e durabilidade de todos os componentes de sua frota, substituindo as peças em estrita observância aos prazos indicados.

Nesse ponto, mais um exemplo do quanto algumas economias não se revelam inteligentes no longo prazo: a troca de peças deve ser feita apenas por outras originais, já que as peças “similares” (especialmente às ligadas a filtros, sensores, válvulas etc.) são mais baratas exatamente porque não possuem o mesmo desempenho das originais.

Considerações básicas feitas, vamos então a algumas inspeções fundamentais ligadas à manutenção preventiva:

Motor

Órgão central para o bom funcionamento de seus caminhões. Sua longevidade depende de alguns fatores relativamente simples, como:

  • Verificação da lubrificação;

  • Arrefecimento;

  • Escape;

  • Carburação;

  • Admissão.

No caso do motor, deve ser dada prioridade para a inspeção cautelosa do nível do óleo e da água (com o veículo parado em solo plano), medição de tensão nas correias, avaliação de ausência de vazamentos e testes de aceleração.

Freios

Se seu motorista pisa no freio e o pedal “afrouxa” gradualmente, pode ter certeza de que seu veículo tem algum problema no sistema de frenagem. Em veículos de grande porte, como ônibus, caminhões e carretas, o sistema a ar costuma ser usado no lugar do tradicional hidráulico. Nesse formato há também a figura do manômetro no painel do veículo (instrumento que mensura níveis de pressão).

Para um complexo de frenagem como esse, é importante verificar, além das pastilhas e lonas, o correto funcionamento do manômetro, já que é ele a bússola do motorista para visualização da pressão no sistema. Muita atenção também a possíveis vazamentos de óleo no circuito.

Sistema de direção

O sistema de direção de seu caminhão é formado, basicamente, pelo volante, barras, árvore, caixa e terminais. A grande atenção que se deve ter com relação a esses itens diz respeito a possíveis desalinhamentos na direção, que podem resultar em desgaste prematuro dos pneus, consumo desmedido de combustível, perdas de estabilidade e, o pior de tudo, acidentes graves e repentinos.

Sistema elétrico

É um dos sistemas que melhor evidenciam quanto é necessário entregar a revisão de seu caminhão a profissionais do ramo. Estamos falando de um complexo conjunto de circuitos que fazem com que os chamados “consumidores” (como motor, lâmpadas e direção) funcionem de forma correta.

Esse sistema se desenvolve em 4 etapas básicas (geração de corrente, transmissão, distribuição e cargas), nas quais estão envolvidos chicotes, módulos, alternadores, entre centenas de outras peças que devem ser checadas com minúcia por uma equipe com expertise no assunto. As mais importantes:

Bateria

As baterias para caminhões utilizam tecnologia muito semelhante à dos carros de passeio — no entanto, são mais robustas a fim de aguentarem o ritmo de uso. A bateria deve estar sempre bem posicionada, e é necessário verificar com frequência o nível da solução de água destilada. Assegure-se que os polos estejam sempre livres de impurezas.

É importante lembrar também que o uso excessivo ou inadequado de acessórios podem prejudicar todo o sistema elétrico e reduzir a funcionalidade dos acumuladores. Assim, para evitar desgastes prematuros ou descarregamento repentino da bateria, recomenda-se atenção ao consumo de energia dos acessórios elétricos — até porque a maioria deles continua em funcionamento quando o caminhão é desligado.

Dessa maneira, desligue sempre a chave central do caminhão, um instrumento projetado exatamente para cessar o funcionamento de todos os consumidores (com exceção do tacógrafo, que não pode ser desligado).

Alternador

A energia gerada no alternador serve para carregar a bateria e alimentar o sistema elétrico. Em alguns caminhões pesados, o alternador também é responsável pelo conta-giros. E o alternador é acionado por uma correia ligada ao motor. Dessa maneira, em uma boa manutenção preventiva de veículos, verificar se essa peça não está frouxa é essencial.

Caixa de fusíveis

No cumprimento de um plano de manutenção preventiva de caminhões, a performance dos fusíveis também é avaliada. Afinal, a queima constante deles indica problemas elétricos ou outras disfunções nas interligações elétricas.

Todo motorista deve ter sempre alguns fusíveis de reserva e jamais substitui-los por outros materiais, como clips, papel etc. Isso pode colocar sua vida em risco e provocar danos irreversíveis a todo o sistema.

Bobina de ignição

Com relação à bobina de ignição, cabe lembrar que seu aquecimento, em si mesmo, não representa necessariamente um problema, já que o aumento de temperatura é um dos efeitos naturais da corrente elétrica. Pressupõe-se defeito quando há excesso de temperatura.

A queima da bobina é causada, em geral, por anormalidades da corrente primária, ou seja, intensidade de corrente ou tempo de ligação muito extenso. As causas para o descontrole de temperatura das bobinas de ignição podem ser as mais diversas, como:

  • Módulo de ignição incompatível ou desgastado;

  • Curto-circuito nos enrolamentos da bobina;

  • Tensão de alimentação (alternador) alta;

  • Falta do pré-resistor ou resistência baixa

  • Ângulo de permanência/tempo de conexão muito alto.

Suspensão e pneumáticos

É graças à suspensão que há a sustentação dos veículos sobre os pneus. Ela absorve as irregularidades da pista por ação das molas, evitando que o chassi ou mesmo a carga transportada sejam danificados pelas ondulações e buracos na pista.

Nesse sistema, os amortecedores se encarregam de não permitir que os caminhões fiquem saltitando pela ação das molas, tendo um papel importante no conforto do motorista, bem como na estabilidade do veículo.

Quanto aos pneus, os cuidados são óbvios, mas pouco seguidos. A calibragem, por exemplo, é fundamental para evitar consumo excessivo de combustível, além de seu desgaste geral acelerado (maior aquecimento, em função de estar esvaziado)

Quanto à troca de pneus, deve ser observado o limite de 1,6 milímetro de profundidade dos sulcos. Abaixo dessa medida, eles já passam a ser considerados carecas, e o risco de acidente passa a ser alto.

Um plano de manutenção preventiva de caminhões será responsável por avaliar todos os itens ligados à suspensão e aos pneus, além de mensurar qual a carga máxima que cada veículo pode carregar. Isso porque o excesso de carga pode trincar o chassi e a carroceria, além de arrebentar o eixo ou as lâminas do feixe de molas.

6 sinais de que um caminhão precisa de manutenção

1. Desgaste irregular dos pneus

Desgaste irregular é comum — sobretudo em caminhões pesados — e pode ser o primeiro indício de que seu veículo precisa visitar um agente especializado para fazer um alinhamento, balanceamento ou avaliação geométrica. Com isso você pode descobrir por que o contato com o solo não está sendo feito de maneira uniforme. A troca de pneus também deve ser feita nessas ocasiões.

2. Fumaça anormal

Não é só a fumaça escura que indica que há algum problema em seu caminhão. Fumaça branca ou cinza azulada pode ser sinal de más condições térmicas do motor, disfunções no catalisador ou entrada desregulada de óleo.

3. Limagem no óleo

Outro clássico. A troca de óleo é um momento importante para que o motorista observe o aspecto do óleo usado. Pequenos resíduos metálicos revelam que está havendo um atrito irregular com os ímãs do motor.

4. Potência limitada

Muitos caminhoneiros, ao perceberem a dificuldade do veículo em passar por um aclive, pisam fundo nos pedais, forçando mais o motor. Isso é um erro que pode comprometer ainda mais o caminhão. Os veículos que perdem força em uma subida podem ter problemas diversos, como mangueira do intercooler com defeito, filtro de ar obstruído ou unidades injetoras desreguladas.

5. Troca de marcha acompanhada de ruídos

Se seus caminhões estão com problemas para encaixar as marchas ou o fazem com ruídos estranhos, pode estar ocorrendo algum defeito de transmissão.

6. Freios com ruído ou redução de capacidade

Se houver qualquer ruído diferente do usual quando os freios forem acionados, tenha a certeza de que há problemas no sistema de frenagem. Os ruídos podem esconder muitos problemas relacionados ao sistema, como lonas e pastilhas desgastadas e catracas desreguladas.

Como treinar seus motoristas para utilizarem bem os caminhões?

Além de estabelecer um plano de manutenção preventiva de caminhões, treinar adequadamente seus motoristas é fundamental para estender a vida útil dos veículos, reduzir custos com reparos e não deixar que problemas operacionais atrapalhem a produtividade.

O treinamento deve ser voltado a ensiná-los boas práticas de manutenção, direção e uso dos caminhões. Veja a seguir alguns dos cuidados que devem ser abordados:

  • Opere dentro da faixa ideal de rotação: o pedal deve ser pressionado de forma gradativa, pois “esticões” na aceleração desgastarão o sistema elétrico e motor com muito mais rapidez. A mudança nas marchas deve ocorrer após a elevação da rotação do motor, a fim de que, uma vez trocada a marcha, o giro fique no início do torque;

  • Preveja as ações de acordo com as situações do tráfego: se há uma parada mais à frente, a frenagem gradativa e antecipada evita o desgaste precoce das pastilhas;

  • Mantenha os pneus calibrados: essa ação simples evita consumo excessivo de combustível no caminhão e o superaquecimento dos pneus. Lembrando que a troca dos pneus deve obedecer a profundidade dos seus sulcos;

  • Deixe seu caminhão funcionando em marcha lenta o mínimo possível;

  • Drene constantemente a água que se acumula no fundo do tanque do seu caminhão;

  • Verifique o limpador de para-brisa periodicamente: muitos acidentes são causados por visibilidade prejudicada em decorrência do desgaste das palhetas. Os motoristas devem, portanto, antes de sair com o veículo, jogar água em sua frente para, em seguida, ligar o limpador de para-brisa e verificar sua capacidade deixar os vidros completamente translúcidos.

Conclusão

Manutenção da frota é coisa séria. Com ela, ganha-se mais produtividade, credibilidade na qualidade de serviço prestado, reduzem-se custos desnecessários e, o mais importante, a aquisição da cultura da inspeção periódica contribui para reduzir os acidentes e óbitos nas rodovias brasileiras.

As paradas forçadas para reparos dos caminhões nas rodovias do país representam risco de morte ao condutor, perda de tempo e de produtividade da empresa e aumento de custos na operação.

A questão é que, de acordo com um levantamento recente, 80% das paradas não programadas podem ser eliminadas com a realização da manutenção preventiva de caminhões. Não se trata, portanto, de luxo. A inspeção regular é estratégia fundamental para quem quer sobreviver em um mercado tão competitivo e que tem nos custos fixos e variáveis um fator absolutamente crítico. Deixe a manutenção dos seus veículos sempre em dia!

O que você achou do nosso guia da manutenção preventiva? Acredita que essas dicas trarão mais segurança e economia para a sua frota? Deixe um comentário com a sua opinião!

 

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